O medo de virar irrelevante
A tecnologia avança mais rápido do que você consegue acompanhar, e no fundo existe uma pergunta que você não diz em voz alta: quanto tempo ainda vou ser necessário aqui?
Imersão presencial · Santos · 21 nov 2026 · 30 vagas
Um dia inteiro para líderes que estão liderando no modo emergência — e querem recuperar a própria atenção, o sentido do que fazem e a alegria de trabalhar sem estar em alerta permanente.
21 de novembro de 2026 · Santos/SP · 6 horas presenciais
Sem gravação · Turma única de 30 pessoas
O espelho
A tecnologia avança mais rápido do que você consegue acompanhar, e no fundo existe uma pergunta que você não diz em voz alta: quanto tempo ainda vou ser necessário aqui?
Você é a pessoa que sustenta a equipe, mas não existe ninguém sustentando você. As dúvidas ficam do lado de dentro porque parecem fraqueza vista de fora.
Existe uma versão sua para a reunião, outra para o time, outra para a diretoria. Nenhuma delas é exatamente você — e manter todas de pé consome mais energia do que o trabalho em si.
O expediente não termina, ele só muda de tela. O corpo até para, a cabeça não. E o descanso virou mais uma tarefa que você não consegue cumprir direito.
Nem sofrimento, nem entusiasmo. Uma neutralidade morna diante de coisas que antes te moviam. Você funciona muito bem e não sente quase nada.
Isso tem nome, tem explicação — e, principalmente, tem saída.
A metáfora
Estado 1
Avança uma casa por vez, sempre para frente, sempre reagindo ao que aparece. É a liderança em modo de execução: rápida, obediente ao urgente e incapaz de olhar o jogo inteiro.
Estado 2
Ataca, protege, antecipa e recua quando precisa. Não é mais força: é domínio da própria atenção e do campo inteiro. A mesma peça, livre do movimento único.
É exatamente a revolução que a inteligência artificial e a robótica já vivem: sair da repetição de uma tarefa para compreender o tabuleiro. Esse é o argumento de A Peça da Rainha — e, nesta imersão, é uma jornada interior, não uma tese.
Programação
Manhã
Nomear com precisão o que está acontecendo com você antes de tentar consertar qualquer coisa.
Crise de confiança entre gerações, a guerra silenciosa entre masculino e feminino, a urgência que virou clima permanente.
Como o modo emergência se instala, quais gatilhos o mantêm ligado e o que acontece no corpo e na decisão quando ele é interrompido.
Tarde
Trabalho a quatro mãos: você escreve o seu próprio protocolo de resposta para os momentos em que tudo pega fogo.
Exercícios de presença e de condução de conversas difíceis, aplicados a situações reais que você trouxe.
Consolidação do protocolo, compromissos concretos para os próximos 90 dias e assinatura dos livros.
12h00 — 14h00
Almoço incluso e duas horas de respiro
Não é um intervalo administrativo. É o único momento do seu dia em que conversar sem pauta é o próprio conteúdo.

Quem conduz
Nascida em Caçu-GO e, portanto, antes de tudo uma caçoadora do nosso modo de vida e trabalho "modernos". Administradora, psicóloga organizacional e especialista em cultura corporativa. É líder criativa formada pela World Creativity Leadership e, ao mesmo tempo, treinada pelas escolas clássicas de filosofia — tudo sempre aparentemente contraditório.
Como culturóloga e consultora de transformação organizacional, dedica-se a desvendar as complexidades do comportamento e a construir confiança nas equipes, defendendo a dignidade no trabalho em um mundo impactado pela inteligência artificial e por uma profunda crise de sentido.
"Não tenho nada a ensinar. Tenho perguntas que me atravessaram e um lugar onde é seguro fazê-las em voz alta. O que você vai construir aqui é seu, e nem eu vou saber o que é antes de você."
Por que é diferente
O elemento central
Um documento escrito por você, no dia, com as suas situações reais: o que fazer nos primeiros noventa segundos de um colapso — antes de responder o e-mail, antes de entrar na sala, antes de decidir no susto.
Nada de frases de efeito. As perguntas vêm das escolas clássicas e são aplicadas a uma rotina de liderança contemporânea.
Você sai com uma ferramenta pronta para usar na segunda-feira, não com uma sensação boa que evapora em três dias.
30 pessoas, presencial, sem gravação e sem transmissão. O que acontece na sala fica na sala — é isso que permite falar de verdade.
A imersão é a extensão prática de A Peça da Rainha: para líderes cansados. Cada participante recebe o exemplar autografado.
O que você recebe
Investimento
R$ 377
à vista, ou 10x de R$ 37,70 sem juros — livro e imersão juntos.
30 vagas · sem gravação
Antes de você decidir
Não vamos escavar a sua infância nem transformar a sala em terapia coletiva. O trabalho é sobre o que está acontecendo agora, na sua semana, nas suas decisões.
Sai com um protocolo escrito por você, no seu vocabulário, sobre as suas situações. Uma folha que funciona quando a cabeça não está funcionando.
Não porque seis horas resolvem uma vida, mas porque seis horas sem interrupção já são mais tempo de atenção contínua do que você teve com você mesmo neste ano.
Ninguém é obrigado a compartilhar nada. A construção do protocolo é individual; o que você divide com o grupo é escolha sua, do começo ao fim.
Não há gravação, não há transmissão e não há uma segunda turma este ano. A escassez aqui não é estratégia de venda: é a condição que torna possível o tipo de conversa que essa imersão exige.
21 nov 2026 · Santos/SP · 09h às 17h


Leitura Individual
A Peça da Rainha é a mesma jornada em formato de leitura: uma investigação sobre o modo emergência, os sinais de esgotamento e os movimentos que devolvem a direção da própria atenção. O livro físico traz insights práticos para aplicar sozinho, no seu ritmo.
R$ 67,00
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